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sábado, 10 de junho de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
terça-feira, 9 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Descrição!
Descrição objetiva e subjetiva
A descrição objetiva é aquela apresenta o objeto de
forma concreta, buscando maior proximidade com a realidade, deixando de lado as
impressões do observador. Apresenta características como: forma, tamanho, peso,
cor, espessura, volume, etc.
A descrição
objetiva preocupa-se com a exatidão dos detalhes e com a precisão dos
vocábulos.
Exemplo: “Mônica
tem 1,65 de altura e 50 kg. Branca, olhos claros, cabelos castanhos, compridos
e lisos. ”
Na descrição subjetiva o objeto é
transfigurado conforme a sensibilidade do observador, ou seja, o objeto é
descrito da forma como ele é visto e sentido. O observador transmite para a
descrição a sua emoção em relação ao objeto.
Não há preocupação
com a exatidão dos detalhes do objeto descrito, o importante é transmitir a impressão
que o objeto causa ao observador.
Exemplo: “O
sujeitão, que parecia um carro de boi cruzando com trem de ferro, já entrou
soltando fogo pela folga do dente de ouro. ”
(José Cândido de
Carvalho)
Descrição dinâmica e estática
Em uma descrição estática não haverá movimento.
Predominam as formas nominais, com a presença de frases sem verbo ou com verbos
que expressam estado. Já na dinâmica,
cada movimento será transformado em imagem e apresentado ao público. O “objeto” descrito
está em movimento, exigindo do observador muita concentração Neste dinamismo
não existem progressões temporais, as ações acontecem ao mesmo tempo. Em uma
descrição dinâmica não podemos apresentar relações de posterioridade e
anterioridade.
sábado, 15 de abril de 2017
Interação e Afetividade em EAD!
Considerações
Finais
Com a
conclusão deste trabalho, algumas sementes foram plantadas, porém somente o
tempo se encarregará de dizer se darão bons frutos pois esse é mais um passo na
minha caminhada contínua, rumo à instrução.
Ser
professor é estar em constante aprendizado e através deste trabalho, partindo
da visão de diversos autores como: Mathias Gonzalez; Daniel Mill; Lev Vygotsky,
Henri Wallon e Jean Piaget, pesquisados, pude ampliar meu conhecimento no
tocante a interação e afetividade entre tutor e aluno, visto que esses, são
peças importantíssimas para uma educação efetiva e ciente de que a
caminhada é longa, porém, próspera pois farei de tudo para transferir um
conhecimento expressivo obtido pelo caminho trilhado.
Ao
Compreender e analisar a Educação a Distância no Brasil, faz-se necessário
destacar a relevância do tutor na EaD, pois esse, faz-se presente, mediando as
situações e possíveis conflitos que possam existir, envolvendo se efetivamente
na construção do processo ensino aprendizagem, uma vez que muito embora essa
modalidade promova a autonomia, cabe a esse profissional dar condições ao
aprendiz para tal, consequentemente a assimilação será significativa para o
aprendente.
Para
o tutor, ter a competência técnica é essencial para o desenvolvimento das
atividades na educação a distância, no entanto, é importantíssimo e necessário
para o desenvolvimento e construção do conhecimento, estimular o uso de meios
de comunicação que possam suprir a possível carência de afeto, mesmo porque, na
educação a distância, o tutor competente e comprometido, estará sempre em
contato com o seu discípulo, isso pode ser feito através de estímulos, sendo
que o estímulo positivo está relacionado ao acolhimento, afetividade,
cordialidade, incentivo e mediação que o mesmo, proporciona ao aluno por meio
de pequenas ações que nem sempre são percebidas.
Acredito
que uma das formas de proporcionar esse estímulo, seja através da interação. O
mediador deve estar presente e se envolver afetivamente com os discentes,
promovendo um espírito de solidariedade e cooperação, estimulando e valorizando
o conhecimento do educando.
Nós, como
professores, devemos sempre nutrir essa motivação para levantar a autoestima de
nossos aprendentes e mostrar sua capacidade, gerando um clima de afeto, pois
mesmo se tratando de uma modalidade a distância, a afetividade é um fator muito
importante, uma vez que a falta dela gera muita desistência por parte dos
estudantes. Quanto mais atencioso e presente o tutor for, mais motivado e
participativo o discente será. Por outro lado, uma das principais causas da
evasão é a falta de acolhimento do aluno no seu ambiente virtual de
aprendizagem e é por isso que o mediador deve sempre acolher o educando da
melhor forma possível a fim de que ele esteja motivado para realizar o curso.
Para tanto, algumas habilidades deverão ser observadas e colocadas em pratica
como, a resolução de conflitos em um fórum de discussão, o tutor deve usar a
flexibilidade e bom senso para avaliar o problema como um todo, deve sempre optar
por satisfazer as partes envolvidas, mesmo que uma delas seja o próprio, o
diálogo e a negociação, compreensão e flexibilidade também são essenciais para
a mediação de conflitos, alguém deve ceder para que todos possam ganhar!
Acredito
que um professor / tutor só consegue criar esse ambiente motivador, assim como
acolhedor, tornando-se parte integrante do processo ensino aprendizagem, não
apenas mediando o aluno mecanicamente, a relação interpessoal se faz
necessária, mesmo tratando-se de um curso a distância. Acho importante o
aprendiz saber que tem com quem contar, isso faz toda a diferença.
Portanto, o
papel do instrutor vai além do processo ensino aprendizagem e atinge questões
emocionais e motivacionais, ouvir o outro, fazer críticas construtivas, criar
um clima de respeito, são premissas fundamentais para a convivência. Desde a
análise e apresentação do conteúdo até a fase final de avaliação do
aprendizado, cabe ao tutor fortalecer o papel de Integrador nos aspectos de:
Cooperação, Colaboração, Participação, Cordialidade, Autonomia, Motivação e
Mediação, logo, esses serão aspectos fundamentais para uma aprendizagem
significativa.
INTERAÇÃO
E AFETIVIDADE NA TUTORIA
Falar
de afeto e interação, nos leva a pensar em como estas palavras estão
interligadas, ainda mais em um ambiente onde as partes envolvidas passam a
maior parte do tempo separadas, fazendo se necessário uma aproximação mesmo que
via online. Na educação a distância, essa proximidade torna-se possível através
do sentimento de carinho que o tutor cultiva com seus aprendentes, assim, o
professor deve utilizar-se de inúmeros recursos didáticos e tecnológicos para
possibilitar uma interação efetiva na relação com os envolvidos no processo de
ensino-aprendizagem.
A
realização das pesquisas para a efetivação desse trabalho, deixa claro a
importância da afetividade e interação para a realização de qualquer atividade,
na EAD essa importância aumenta devido ao fato da distância entre as partes
envolvidas, pois é sabido que a falta dela pode causar danos irreversíveis para
a vida acadêmica e até pessoal de um educando.
A
realização de um curso, seja online ou presencial, necessita da formação dos
vínculos afetivos entre os participantes, para que o objetivo da aprendizagem
colaborativa seja alcançado, como o tutor é visto como uma pessoa de confiança,
onde os alunos podem contar nesse processo, essa relação se torna cada vez mais
solida, uma vez que o professor seja alguém que o estimule para o estudo.
A
afetividade e a interação, devem estar presentes em qualquer momento da vida
dos seres humanos e ainda mais na educação, pois é um dos sentimentos que mais
gera autoestima entre as pessoas, talvez por isso seja tão importante para a
realização e efetivação de um trabalho em grupo, pois um curso a distância, é
também um trabalho em grupo, onde um depende do outro para gerar uma
aprendizagem significativa. Em qualquer fase de nossas vidas, a maneira como
somos afetados por esses sentimentos, pode aumentar ou diminuir a nossa vontade
de vencer.
Em
um curso a distância, o aluno deve receber estímulos do tutor para facilitar a
aprendizagem, e isso acontecerá com a construção de vínculos entre os
envolvidos. O tutor deve promover a afetividade através do acolhimento, dos
feedbacks, do acompanhamento e da valorização à participação do discente
influenciando o desenvolvimento geral, o comportamento e o desenvolvimento
cognitivo. Portanto, fica claro que o papel do tutor vai além do processo ensino
aprendizagem e atinge questões emocionais e motivacionais fazendo com que a
aprendizagem seja de qualidade e significativa.
Práticas para um bom exercício de tutoria!
Práticas
para um bom exercício de tutoria com ênfase na interatividade entre tutor-
aluno
Conforme, José Manoel
Moran, professor da Universidade de São Paulo (USP) A educação só faz sentido se se preocupa com as pessoas como um todo, com
a sua inteligência, sensibilidade, emoção, atitudes e valores. A educação faz
sentido se for integral, integrada, abrangente
A interatividade é um dos principais fatores para um bom exercício
de tutoria.
A nobre missão de educar a distância é praticada pelos educadores
comprometidos com a ética e o amor à missão pedagógica de facilitadora da
apreensão do saber. Uma educação de qualidade realizada com amor, visa formar
profissionais qualificados.
Essa, deve objetivar clareza e ao mesmo tempo possibilitar aproximação,
calor humano e compartilhamento.
É através das interações sociais que se constrói a aprendizagem
Na EAD a relação do aluno com o tutor é fundamental no processo de
ensino-aprendizagem, já que esse tutor pode e deve acolher, acompanhar e
orientar o aluno nas diversas situações que ocorrem.
A afetividade já foi
bastante estudada e considerada como um dos fatores a ser desenvolvido nessa
relação, pois é através das interações sociais que se constrói a aprendizagem.
O professor pode ter uma postura de facilitador, estimulando o processo de
aprendizagem ou bloquear o desenvolvimento desse sujeito em construção.
Os sentimentos são um dos
elementos que constituem o ser humano, de forma que não podem ser
negligenciados e sim desenvolvidos, pois fazem parte de suas habilidades e
competências altamente valorizadas na atualidade. Nos Parâmetros Curriculares
Nacionais (PCN) (Brasil, 1997), consta que uma educação de qualidade deve
desenvolver as capacidades inter-relacionais, cognitivas, afetivas, éticas e
estéticas, visando a construção do cidadão em todos os seus direitos e deveres.
Importantes teóricos da
Psicologia e Educação, a exemplo de Vygotsky, Wallon, Piaget, entre outros,
produziram conhecimentos relevantes acerca da afetividade como parte integrante
na constituição do sujeito.
Wallon (1995),
desenvolveu seus estudos sobre afetividade em uma teoria baseada numa perspectiva
histórico-cultural, afirmando em sua teoria da Psicogênese da Pessoa Completa,
que a dimensão afetiva, ao longo de todo o desenvolvimento do indivíduo, tem um
papel fundamental para a construção da pessoa e do conhecimento.
Crianças severamente
punidas na infância exibem comportamentos desajustados com os padrões sociais
da nossa sociedade e têm mais probabilidade de se tornarem adultos e aprendizes
não-qualificados. No entanto, indivíduos que recebam recompensas adequadas
passarão a exibir comportamentos sociais mais ajustados e terão melhores
qualificações ligadas ao processo de aprendizagem.
Por esta visão, cabe ao
tutor promover recompensas positivas aos seus aprendizes. É incontestável a
alegria de uma criança ou adulto ao receber publicamente do mestre, um elogio
sincero pelo trabalho entregue no prazo, pela avaliação acima da média ou mesmo
pelo simples esforço e dedicação aos estudos. Tal recompensa propiciará o
reforço da autoestima, encaminhando o aprendiz na direção da sua autonomia, que
no entender de Piaget, significa estar apto a cooperativamente construir o
sistema de regras morais e operatórias necessárias à manutenção de relações
permeadas pelo respeito mútuo. Ele também caracterizava autonomia “como a
capacidade de coordenação de diferentes perspectivas sociais com o pressuposto
do respeito recíproco". (Kesselring T. Jean Piaget. Petrópolis: Vozes,
1993:173-189).
A criança nasce sem saber
amar, portanto ela tem que aprender a amar. Quando se ama, se confia. O amor
exige disposição para ouvir, significa compartilhar experiências. É importante,
elogiar o desempenho do aprendiz, louvando sua responsabilidade, pontualidade e
desempenho.
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